“Esforcem-se para manter a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.”

Efésios 4:3

Uma senhora disse a sua amiga: ‘Meu marido e eu temos um casamento muito feliz. Não há nada que eu não faria por ele, e não há nada que ele não faria por mim. E é assim que passamos pela vida – sem fazer nada um pelo outro!’ Nós sorrimos, mas isso não é tão engraçado quando é verdade. Essa atitude abre o caminho para o desastre no casamento, nos negócios, na igreja, nos relacionamentos pessoais e em todos os outros lugares. Muitas vezes, as pessoas se juntam a uma equipe para sua própria vantagem – elas querem jogadores de apoio para que possam receber todos os elogios. Mas, em última análise, essa atitude não apenas os prejudica, mas também prejudica as pessoas com quem trabalham e prejudica os resultados que, de outra forma, poderiam ter tido.

O Presidente Woodrow Wilson afirmou: ‘Vocês não estão aqui apenas para ganhar a vida. Vocês estão aqui para permitir que o mundo viva mais amplamente, com maior visão, com um espírito mais refinado de esperança e realização. Você está aqui para enriquecer o mundo e empobrecer se esquecer a missão. Aqui está uma afirmação verdadeira, se é que alguma vez houve uma: quando você usa as pessoas, explora-as e tira vantagem delas, você inevitavelmente falha na vida. É fácil trabalhar com outras pessoas e sempre se dar bem? Às vezes sim, às vezes não. É por isso que Paulo escreve: ‘Faça todo o esforço para manter a unidade do Espírito pelo vínculo da paz’. Você tem que trabalhar nisso. Quando alguém critica, compense com um elogio. Quando alguém reclamar, encontre algo pelo qual agradecer. Quando alguém parecer egocêntrico, lembre-o de que o objetivo coletivo pelo qual você está se esforçando é maior do que qualquer indivíduo.

Autocontrole

“Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.” (Tiago 3:2)

A temperança, muitas vezes traduzida como “autocontrole”, é o último fruto do Espírito mencionado pelo apóstolo Paulo. Você pode pensar que, uma vez que experimente os efeitos anteriores do Espírito, o autocontrole se torna uma coisa natural. No entanto, a temperança é muito mais do que uma simples conclusão; É uma virtude essencial que o ajuda a enfrentar os desafios da vida com sabedoria e discernimento. Paulo, em sua vida, certamente enfrentou momentos de impulsividade. Como defensor ferrenho da fé, agiu com paixão, mas nem sempre levou a ações ponderadas. Em 1 Coríntios 9:27, ele confessa: “Trato o meu corpo com severidade e o faço escravizar, para que eu mesmo não seja rejeitado depois de pregar aos outros”. Isso demonstra que Paulo teve que se envolver ativamente na disciplina espiritual, buscando alinhar suas ações com a vontade de Deus. Ele entendeu que a temperança não era apenas uma questão de controle, mas uma maneira de viver em comunhão com o Espírito, permitindo que Deus governasse todos os aspectos de sua vida. A temperança é um convite a pensar antes de agir, a escolher a paz em vez da raiva, a paciência em vez da impaciência. Exige moderar os desejos e não ceder aos impulsos. Em um mundo que muitas vezes valoriza as reações espontâneas, a temperança leva você a uma atitude de confiança e humildade. Hoje, comprometa-se a cultivar esse autocontrole. Seja em suas palavras, ações ou pensamentos, peça ao Espírito para guiá-lo. Ao reservar um tempo para orar e meditar na Palavra de Deus, você se expõe a uma transformação interior que lhe permitirá viver de acordo com o que Deus espera de você. Seja uma testemunha do amor e da graça de Cristo através de sua atitude. Deixe a temperança ter um lugar em suas ações, refletindo a mansidão, paciência e sabedoria de Jesus. Ao viver o autodomínio, você traz não apenas uma bênção para si mesmo, mas também para as pessoas ao seu redor, mostrando por meio de seu testemunho que a verdadeira liberdade está no autocontrole.